Que saudades do un-besito! Uau! Não sei o que me deu esses dias. Hum, acho que é "essas semanas", pra ser mais exata. Não senti vontade de escrever aqui. Talvez seja por eu esquecer sobre o que quero falar ao dormir e, de manhã, tentar organizar as idéias e não obter sucesso - por isso, sumi. Aham, eu sempre penso na vida á noite. É bom.
Mas, tudo bem, vamos ao meu assunto de hoje: amizade. É bem clichê, eu sei, mas preciso falar.
Tenho amigos. Dois amigos. Sim, amigos e, não, amigas. E acho que todos que vêem-me andando com eles, acham estranho mas, logo depois, entendem nossa amizade. Mas, sabe, que nem eu, ás vezes, entendo? Somos um grupo de amigos tão diferentes e parecidos ao mesmo tempo que fico confusa.
Gostamos de música, mas não dos mesmos cantores e grupos. Gostamos de ir ao cinema, mas eu gosto de filmes legendados e eles, não. Gostamos de internet, mas eu me foco em notícias da minha cantora predileta e, eles em coisas mais simples e "normais".
Convivência fácil? Não, bem difícil. Principalmente quando tenho um amigo que se acha o juiz certinho e outro que é meio infantil. E, é claro, quando sou uma admiradora latina e faço de tudo pra contrariar as opiniões diferentes deles. Os conflitos gerados são sobre coisas mais variáveis possíveis, consigo nem listá-los aqui.
E, apesar de tudo isso, eu os amo muito. De vez em quando, amo mais um do que o outro, porém, logo passa. Eles me fazem bem. É, eu gosto de ficar sozinha com os meus pensamentos extravagantes, mas preciso dos meus amigos em alguns momentos e, para isso, o destino os escolheu para colocá-los em minha vida. O que parecia mais um coleguismo virou uma amizade fiel de anos, que mesmo com tantas desavenças, continua intensa e linda até hoje.
"Há 2 espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e... os amigos, que são os nossos chatos prediletos." - Mario Quintana

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