terça-feira, 17 de agosto de 2010

Amor cruel

  Nesses dias andei pensando no amor. É, mais uma vez ele foi tema dos meus pensamentos.

  Pergunto-me se o amor realmente existe ou se é uma mera ilusão das pessoas. Um delírio. Mas nunca encontro respostas, talvez porque elas ainda não existam. Sei que existe casais com anos de namoro, noivado, casamento e também amizades com longa duração, mas será que há amor interligando-os ou somente um comodismo?

  Gostaria de ver um amor que nunca fora desgastado com o tempo, com as brigas, com os ciúmes e com o ódio. Isso mesmo: ódio. Acredito que esse sentimento seja muito mais forte do que o amor. Afinal, a busca pelo sofrimento ou derrota do odiado é tão gratificante que tudo poder acontecer. Até mesmo o fim do amor de um casal ou de um grupo de amigos. Esse amor simplesmente não existe. E isso tudo me incomoda.
  Sei que a dor consequente da perda amorosa é incurável; mesmo que a afaste do coração, a dor nunca sairá de dentro de você. Sempre estará remoendo o espaço vazio da ausência daquele amor e nenhum outro sentimento poderá retirá-lo de seu interior, só talvez abafá-lo.
  O amor cria feridas invisíveis que nunca saram.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A revolta de uma fã!

Sou e me criticam por isso.
Em qualquer lugar, sempre quando digo que sou fã, amo e faço muitas coisas pelos meus divos, as pessoas não entendem e, logo, falam: "Como pode amar pessoas que nem sabem que você existe?". É, ás vezes, também me pergunto a mesma coisa... Mas de imediato entendo o por quê de amá-los tanto e sempre apoiá-los, não importa o que aconteça... Eles me fazem bem!
Sabe aqueles dias em quê nem seus pais e seus amigos conseguem te consolar? Então, é aí que meus ídolos aparecem. Basta eu ver um video, uma foto ou escutar uma música deles e tudo muda. Talvez, não por completo, mas a melhora é perceptível. E isso me faz amá-los á cada dia mais. 
A ligação fã-ídolo é tão intensa que ultrapassa barreiras, mas isso tudo não é fácil. O preconceito e a ignorância das pessoas não as deixam entender como e por quê escolhemos aquele determinado famoso para ser fã, afinal, é um ser humano como qualquer outro.
Eu classifico meus divos como amigos distantes, pessoas que eu gostaria muitíssimo de ter por perto. São especiais e, de qualquer jeito, fazem parte da minha vida. Só eles mesmo poderam retirar-se do meu coração pois o meu amor de fã é tão grande que parece inacabável e permanente. É como uma tatuagem.
Agradeço ao destino por colocá-los em meu caminho. Robert Pattinson e, principalmente, Anahí ajudaram a construir a pessoa que sou hoje.


Mas, e vocês? Quais são seus artistas preferidos? Contem-me =)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sumiço + assunto clichê.

Que saudades do un-besito! Uau! Não sei o que me deu esses dias. Hum, acho que é "essas semanas", pra ser mais exata. Não senti vontade de escrever aqui. Talvez seja por eu esquecer sobre o que quero falar ao dormir e, de manhã, tentar organizar as idéias e não obter sucesso - por isso, sumi. Aham, eu sempre penso na vida á noite. É bom.
Mas, tudo bem, vamos ao meu assunto de hoje: amizade. É bem clichê, eu sei, mas preciso falar.
Tenho amigos. Dois amigos. Sim, amigos e, não, amigas. E acho que todos que vêem-me andando com eles, acham estranho mas, logo depois, entendem nossa amizade. Mas, sabe, que nem eu, ás vezes, entendo? Somos um grupo de amigos tão diferentes e parecidos ao mesmo tempo que fico confusa.
Gostamos de música, mas não dos mesmos cantores e grupos. Gostamos de ir ao cinema, mas eu gosto de filmes legendados e eles, não. Gostamos de internet, mas eu me foco em notícias da minha cantora predileta e, eles em coisas mais simples e "normais".
Convivência fácil? Não, bem difícil. Principalmente quando tenho um amigo que se acha o juiz certinho e outro que é meio infantil. E, é claro, quando sou uma admiradora latina e faço de tudo pra contrariar as opiniões diferentes deles. Os conflitos gerados são sobre coisas mais variáveis possíveis, consigo nem listá-los aqui.
E, apesar de tudo isso, eu os amo muito. De vez em quando, amo mais um do que o outro, porém, logo passa. Eles me fazem bem. É, eu gosto de ficar sozinha com os meus pensamentos extravagantes, mas preciso dos meus amigos em alguns momentos e, para isso, o destino os escolheu para colocá-los em minha vida. O que parecia mais um coleguismo virou uma amizade fiel de anos, que mesmo com tantas desavenças, continua intensa e linda até hoje.

"Há 2 espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e... os amigos, que são os nossos chatos prediletos." - Mario Quintana

sábado, 20 de março de 2010

(Con)Vivendo...


Caminhava até o ponto de ônibus, com os fones estourando uma música de rock pesado nos ouvidos, todos os dias. Recebia olhares tortos e observava a vizinha cochichar com a filha, provavelmente, alertando-a para não seguir o exemplo daquela rockeira sem causa. Suspirava ao tentar aumentar mais ainda o volume do pequeno MP3 preto que estava preso em sua calça, quando este já estava no volume máximo.
O ônibus chegara. A rockeira entrou logo nele, sem se importar se era por ordem de chegada, caminhou até o final do veículo - ignorando mais olhares feios - e sentou-se no último banco para olhar as ruas pela janela. Aquilo a relaxava. Menos de dois minutos depois, a música não ocupava mais seu ouvido. O aparelho descarregara, "Que droga!", ela pensava. Ligou sua segunda opção, um celular desgastado cheio de adesivos descascados, e colocou um rock de uma banda nova e desconhecida nas alturas. Na verdade, nem tão alto, já que o celular não abrangia de um alto falante potente. O ônibus todo olhou para a cara dela: "Desliga isso!", "Fone existe pra quê?", "Escute uma música normal!". Ela ouvira tudo pacientemente e, depois de abaixar o volume um pouco, falou: "É um transporte público e essa música é tão normal ou melhor do que as que vocês escutam. Meu MP3 descarregou e o fone não pega em meu celular. Os incomodados que se mudem ou, da próxima vez, tragam algodão para os ouvidos". O motorista sorriu: também era rockeiro. Ela aumentou o volume e voltou a relaxar.
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Acho que escrevo coisas melhores. O texto é bobo demais, eu sei. Só o digitei para mostrar que nem tudo que é normal pra você, também é pra mim. Nem tudo que você gosta, eu gosto. Mas temos que viver em sociedade e aceitar a convivência dolorosa (ou não) de nosso cotidiano.
O que a rockeira fez foi errado e certo ao mesmo tempo. Errado porque ninguém é obrigado á gostar ou escutar a música que ouvimos. E certo porque, querendo ou não, ônibus é publico e, se o motorista não se incomodou, ela pode escutar á vontade.
Esse é o meu ponto de vista. Concorda ou discorda? Comente o que você acha, estou apta á mudanças.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Períodos do amor

Quero falar daquele que causa sensações estranhas, que nos faz bem e mal e que é essencial em nossa vida... Ah, o amor!
Gosto de dividi-lo em três pequenas e complicadas partes:
Período inicial: a paixão - á primeira vista ou não - nos faz ficar melancólicos, sensíveis e com o pensamento somente naquela determinada pessoa que conquistou nosso coração sem, ao menos, perceber. Ao chegar perto dela, ficamos sem fala e a admiramos como se fossem a pedra preciosa mais valiosa do mundo ou a luz no fim do túnel estreito e longo.
Até que chega o período intermediário: o relacionamento. É ao decorrer dele que percebemos se o verdadeiro amor ou somente a química passageira está dentro do nosso compromisso com o parceiro(a). Se a primeira opção for a correta e descobrirmos que, realmente, existem alma gêmeas podemos nos preparar para o altar e um confortável lugar ao lado do nosso par. Ou não. Mesmo com amor, tudo pode acabar num instante e, logo, vamos direto para o próximo passo. Junto daqueles que descobriram a segunda opção - química passageira - nesta intermediação.
E, finalmente, o terceiro e último período: o fim. Alguns de nós podem pular esta etapa, mas são meras exceções.
Agora estamos tentando esquecer o antigo relacionamento e dar um fim, de uma vez por todas, nas lágrimas, lembranças e marcas do passado. É nesse período que reconstruímos nosso coração. Tudo isso é feito com muito drama, é claro. Logo após passar por esse processo de recuperação, partimos para o período inicial. É, agora nós recomeçamos á procurar uma paixão mas, dessa vez, sem muita pressa.


P.S. Sou dramática e não gosto de sofrer por amor.  E quem gosta, né?

terça-feira, 16 de março de 2010

Meus medos.

Hoje resolvi falar sobre medo. É.
Tenho medo de muitas coisas: baratas, ratos, mar aberto, fogo... Mas esses são medinhos pequenos e, alguns, são quase nojo. E que nojo! Diz se as asas de uma barata - mesmo morta - não dão pavor? Risos. Ok, chega de nojeiras!
Antes, na minha infância, o homem-do-saco era o meu medo maior. Não podia ver um saco preto que ficava apavorada!
Enfim, atualmente sou cheia mesmo, é de medos grandes. Aqueles medos que apertam o coração tão forte que me faz suforcar... Medo de perder a família, os amigos... Medo de perder todos meus amores; que vão de mãe, passando por famosos, até bichinhos de estimação. Minha vida seria incompletíssima sem toda essa gente e pensar nisso dá medo.
Ops, olha ele aí de novo! Realmente, o medo faz parte da vida, mas não posso me prender á ele. Enfrentar o medo é uma atitude de desafio. Gosto disso! Um dia, talvez, eu aprenda á enfrentar e superar algum, assim como fiz com o homem-do-saco.
E você? Tem medo de quê?


"Perder o medo é se atirar no escuro, enfrentando o desconhecido."

- Leá Waider

segunda-feira, 15 de março de 2010

Primeira vez!

Hoje é a minha primeira vez e estou preparada. Sinto que vou ficar mais satisfeita comigo mesma depois de desabafar sobre (quase) tudo por aqui, neste mundinho curioso dos blogs.
Todos aqui já tiveram sua primeira vez... Bem, pelo menos, aqueles que já postaram no blogger, sim! E se você é um visitante, não fique receoso, venha escrever - pela primeira vez - um comentário abaixo deste post e compartilhe esse primeiro momento comigo. Ou conosco, talvez, já que ansio por muitos visitantes nesse meu cantinho.
Enfim, esse foi um post inesperado pois estava com muita vontade de postar aqui, então não, eu não sou tão louca assim. Só ás vezes!
Un besito.